Ladrão sem perna que roubou carro é baleado em arrastão

O homem que, mesmo sem uma das pernas, assaltou um motorista em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi baleado na noite na noite desta sexta-feira. Ele foi atingido no momento em que, acompanhado de comparsas, realizava um arrastão em uma via em Anchieta, na Zona Norte do Rio, numa localidade conhecida como passagem de nível, uma espécie de ligação entre a Avenida Nazaré e a Estrada Marechal Alencastro.

De acordo com testemunhas, ele integrava um bando armado, que estava roubando motoristas na região. Uma das vítimas dos criminosos foi um policial militar, de folga. Após a abordagem do bando houve confronto.

— Ele estava com vários comparsas. Na hora que atirou em minha direção eu me joguei, cai no chão e fiquei até um pouco ralado. Teve um confronto. Antes, estavam fazendo um arrastão. Os comparsas, depois do tiroteio, conseguiram fugir — disse o PM que pertence ao Grupo de Ações Táticas do 24º BPM (Queimados).

Imagens do local mostram um carro com marcas de tiros oriundos dos disparos. Com o assaltante, foram recuperados aparelhos celulares e uma arma, além de unidades de munição.

O batalhão responsável pela área, o 41º BPM também foi acionado para o local. O caso será registrado na 27ª DP (Vicente de Carvalho), informou o PM que foi abordado.

Ferido, ele foi socorrido e levado para o Hospital municipal Abert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

Crime na Baixada

O assaltante que pratica os delitos ficou conhecido após câmeras de segurança registraram o roubo de um veículo no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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O crime aconteceu próximo ao número 44 da Rua João XXIII, no bairro Jardim Tropical, no último sábado. As imagens flagraram dois assaltantes: um deles — o que aponta a arma na direção da vítima — é o que não tem uma das pernas. As imagens do roubo foram enviadas para o WhatsApp do Extra (21 99644-1263).

O caso foi registrado na 58ª DP (Posse). A vítima já prestou depoimento na unidade policial.

Na ocasião, por conta da deficiência, o assaltante armado se desloca, aos pulos, na direção da vítima. Na abordagem, o comparsa desarmado abre a porta do automóvel e expulsa o motorista. A vítima, na sequência, sai do veículo com as mãos para cima e foge do local.

VÍDEO: Mulher reage a assédio e dá chave de braço em homem

A norte-americana Emelia Holden reage a ação de um homem que passa a mão em suas nádegas. A cena viralizou na internet e chegou a quase dois milhões de visualizações no YouTube.

Ela atendia um cliente no restaurante onde trabalha, na Geórgia, quando, de repente, um rapaz a apalpa. Ela, então, puxa o assediador pela camiseta, dá uma chave de braço e o empurra contra um carrinho, dando-lhe um sermão.

Emelia encorajou muitas mulheres, que comentaram a seu favor no Facebook, mas recebeu comentário ofensivos também. Em seu perfil na rede social, a garçonete agradeceu pelo apoio, mas disse que não quer mais falar sobre o assunto.

Assaltante agride mulher e é morto com cinco tiros, vídeo

Imagens do circuito de segurança de um estabelecimento registrou o momento exato em que um homem chega de moto e aborda uma mulher.

As imagens mostram o homem agredindo a mulher várias vezes, quando outro homem chega armado e dispara contra o assaltante que tenta fugir, mas cai baleado. O caso é investigado pela 1ª Delegacia, no bairro dos Barris.

Mulher pega babá que agredia bebê e revida agressão, vídeo

Pais de todo mundo, principalmente os que têm filhos pequenos, estão preocupados com uma situação: quem colocar dentro de casa para cuidar das crianças. As notícias mostram que cada vez mais casos de violência das babás contra crianças aumentam. O pior é que as agressões acontecem de todas maneiras, algumas até brutais, como queimar os pés ou as mãos da criança em uma panela. Provavelmente foi por causa disso, e também por conta de grande desconfiança, que uma mãe decidiu colocar câmeras dentro de casa para monitorar o que acontecia quando apenas a sua funcionária e sua bebê, de 3 anos, ficavam sozinhas no local.

Essa mãe tomou uma das suas melhores decisões após colocar as câmeras dentro de casa. Assim como outros pais, que ficam irritados e indignados, a mulher descobriu que a babá estava agredindo a sua filha, tudo graças ao monitoramento. No entanto, a mãe, como qualquer responsável faria, não conseguiu se controlar e saiu do trabalho para tirar satisfação com a babá. Pelo vídeo que está sendo divulgado na internet, o caso pode ter acontecido nos Estados Unidos. A gravação mostra a mãe surrando a agressora, chamando-a de “vagabunda”, no idioma local, claro.

Em uma das páginas em que foi compartilhado, o vídeo já passou das cinco milhões de visualizações e tem quase 60 mil compartilhamentos. Nos comentários, muitos pais expressam o sentimento e afirmam que ninguém pode julgar a mãe por defender a sua filha. As imagens contam com quase um minuto. Nesse tempo inteiro, a mãe não respira e começa acertando socos na babá, até que ela cai no chão e recebe mais golpes da mulher, que ainda está revoltada com a situação.

“Aula de como resolver problemas de maus tratos, o melhor é que é grátis, ainda que a professora foi boazinha”, comentou uma internauta chamada Roberta Carvalho, com quem muitos outros internautas concordaram. Outro internauta, chamada Miriam Dantas afirmou que a polícia também deveria ser acionada para que a babá tivesse aquilo registrado em sua ficha, para não conseguir mais empregos nessa área. O comentário também foi bastante curtido.

Mensagens mostram desespero de menor após abusos de padrasto

Mensagens de celular mostram o desespero da adolescente de 13 anos que denunciou o companheiro da mãe por abuso sexual em Araçariguama (SP). O caso foi registrado em 25 de março e o suspeito, um serralheiro de 39 anos, está foragido desde então.

As mensagens trocadas entre a adolescente e a mãe mostram que ela se escondeu no banheiro da casa, no bairro Novo Tigrão, após ser abusada.

“Mãe, vem logo, mãe. Ele me ‘coisou’, mãe. Por favor, mãe. Eu estou dentro do banheiro.”

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a mãe da menina tinha iniciado um relacionamento com o suspeito há aproximadamente dois meses. Eles passaram a morar juntos, na casa onde também vive a adolescente.

Na manhã de 25 de março a mãe, que é empregada doméstica, saiu para trabalhar. Como o companheiro não estava em casa, ela pede para a filha avisar assim que ele chegasse. “Com certeza ele vai embora. E se ele for não vou impedir. Ele é uma pessoa boa, mas não tem nem um pouco de juízo”, diz a mãe.

Em seguida, a jovem conta que o padrasto tinha chegado, mas estava aparentemente embriagado: “Está fedendo a pinga”.

Minutos depois, a jovem volta a mandar mensagens para a mãe, pedindo para ela terminar o relacionamento e contando sobre o abuso.

Conforme o boletim de ocorrência, a mãe da adolescente voltou para casa e achou a filha trancada no banheiro.

O suspeito correu para um matagal próximo e não foi localizado. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar fizeram buscas na região, mas ele continua foragido.

A vítima foi levada à delegacia e prestou depoimento. Conforme a polícia, a estudante passou por exames no Instituto Médico Legal (IML) para identificar as agressões. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Nesta terça-feira (2) mãe e filha saíram de casa e foram morar com parentes, por receio que o suspeito apareça novamente.

Mulher que matou homem que estuprou sua filha é perdoada pela Justiça

Nokubonga Qampi ficou conhecida como “mãe leoa” na África do Sul após matar um dos três homens que estupraram sua filha.

Ela foi acusada de homicídio, mas diante do clamor público o processo foi arquivado – e ela conseguiu concentrar seus esforços na recuperação da filha.

Era madrugada quando o telefone tocou, acordando Nokubonga.

A jovem do outro lado da linha estava a apenas 500 metros de distância – e avisou que Siphokazi, filha de Nokubonga, estava sendo violentada por três homens que todos conheciam bem.

A primeira reação de Nokubonga foi chamar a polícia, mas ninguém atendeu. Ela sabia, de qualquer forma, que levaria tempo até chegarem à sua aldeia, nas colinas da província de Cabo Oriental, na África do Sul.

Ela era, portanto, a única pessoa que poderia ajudar.

“Eu estava com medo, mas me obriguei a ir porque era minha filha”, afirmou.

“Eu ficava pensando que quando chegasse lá, ela poderia estar morta… Porque ela conhecia os agressores, e porque eles a conheciam e sabiam que ela os conhecia. Eles poderiam pensar que precisavam matá-la para não serem denunciados. “

Siphokazi tinha ido visitar amigos em um lote de quatro pequenas casas na mesma aldeia, mas acabou ficando sozinha e pegou no sono, quando seus amigos saíram por volta de 1h30. Foi então que três homens que estavam bebendo em uma das outras casas a atacaram.

A cabana em que Nokubonga vive tem dois cômodos – um quarto, onde ela estava dormindo, e uma cozinha, onde pegou uma faca.

“Peguei (a faca) para mim, para andar daqui até onde o incidente estava acontecendo, porque não é seguro”, diz ela.

“Estava escuro e eu tive que usar a lanterna do meu celular para iluminar o caminho.”

Ela ouviu os gritos da filha quando se aproximou da casa. Ao entrar no quarto, a luz do celular permitiu a ela ver a cena da filha sendo estuprada.

“Eu estava com medo… Fiquei parada perto da porta e perguntei o que estavam fazendo. Quando eles viram que era eu, vieram na minha direção, foi quando eu pensei que precisava me defender, foi uma reação automática”, conta Nokubonga.

Ela se recusa a entrar em detalhes sobre o que aconteceu em seguida.

O juiz Mbulelo Jolwana afirmou durante o julgamento dos agressores que o depoimento de Nokubonga mostrou que ela “ficou muito abalada” ao ver um dos homens estuprando sua filha, enquanto os outros dois estavam de pé com as calças arriadas até os tornozelos, aguardando sua vez de violentá-la de novo.

“Entendi que ela queria dizer que estava tomada pela raiva”, acrescentou.

Mas ao recontar a história agora, tudo o que Nokubonga admitiu foi medo – por ela e sua filha. O rosto dela revela apenas tristeza e dor.

Está claro, porém, que quando os homens partiram para cima de Nokubonga, ela reagiu usando a faca – e que, quando os esfaqueou, eles tentaram fugir. Um deles chegou a pular pela janela. Um dos suspeitos morreu e os outros dois ficaram gravemente feridos.

Nokubonga não permaneceu no local para saber a gravidade dos ferimentos. Ela levou a filha para a casa de um amigo nas proximidades.

Quando a polícia chegou, Nokubonga foi presa e levada para a delegacia local, onde foi mantida em uma cela.

“Eu ficava pensando na minha filha”, diz ela.

“Não tinha nenhuma informação [sobre ela]. Foi uma experiência traumática.”

Ao mesmo tempo, Siphokazi estava no hospital preocupada com a mãe, a imaginando atrás das grades e arrasada com a perspectiva de que passaria anos na prisão.

“Eu queria ficar no lugar dela na cadeia”, diz.

Ainda em estado de choque, ela lembrava pouco ou quase nada do ataque. O que ela sabe hoje ouviu da boca da mãe, que chegou ao hospital dois dias depois, após ter sido liberada sob fiança.

Daquele momento em diante, elas foram o apoio emocional uma da outra.

“Eu não fiz nenhum tipo de terapia, mas minha mãe pôde me ajudar”, diz Siphokazi.

“Estou me recuperando.”

Os esforços de Nokubonga estão concentrados em garantir que a vida delas continue como antes.

“Ainda sou a mãe, e ela ainda é a filha”, afirma.

Elas brincam que Siphokazi não pode se casar, porque Nokubonga não teria mais ninguém para cuidar.

Nos 18 meses desde que o ataque ocorreu, elas percorreram um árduo caminho.

Buhle Tonise, a advogada que representou Nokubonga, lembra que ambas pareciam descrentes quando as conheceu, uma semana após o ataque.

“A mãe estava transtornada”, revela.

“Quando você encontra pessoas que estão nesse nível de pobreza, você sabe que na maioria das vezes elas acham que a mãe vai para a cadeia porque ninguém vai ficar ao seu lado. O sistema de justiça é para quem tem dinheiro.”

Enquanto Buhle conversava com Nokubonga, Siphokazi observava em silêncio, como se tivesse perdido a voz após o ataque.

A advogada diz que estava confiante no argumento de que Nokubonga agiu em legítima defesa, mas temia não conseguir vencer o pessimismo avassalador da sua cliente.

O que nenhuma delas poderia prever era a ajuda que receberiam da imprensa, que acabou criando a lenda da “mãe leoa”.

É raro na África do Sul que um caso de estupro receba tanta atenção da mídia. Isso se deve em grande parte ao elevado número de estupros no país, estimado em cerca de 110 por dia – situação que o presidente, Cyril Ramaphosa, classificou recentemente como uma crise nacional.

A província de Cabo Oriental – a mais pobre do país, com uma taxa de desemprego de mais de 45% – tem um índice de estupro per capita mais alto. Em Lady Frere, a vila onde Nokubonga e Siphokazi vivem, foram registrados 74 estupros no ano de 2017/2018 – um número surpreendentemente alto considerando uma população de menos de 5 mil habitantes.

Mas entre os inúmeros casos terríveis de estupro na África do Sul, a história de Nokubonga e Siphokazi se destacou.

A imprensa relacionou rapidamente o ataque à história de uma mãe que protege a filha. Sem poder citar o nome de Nokubonga, para proteger o anonimato de Siphokazi, um jornal a chamou de “mãe leoa”, publicando o texto ao lado da foto de uma leoa e seus filhotes. O apelido pegou.

“A princípio, eu não gostei porque não conseguia entender”, diz Nokubonga.

“Mas no final entendi que significava que eu era uma heroína, porque quando você pensa em um leão, ele protegeria seus filhotes.”

A população reagiu criticando a decisão de acusar Nokubonga de homicídio e organizou uma campanha de arrecadação para ajudá-la a montar sua defesa.

Isso aumentou seu ânimo, mas ela só teve a real dimensão deste apoio durante sua primeira aparição no tribunal, um mês após o ataque.

Siphokazi e Nokubonga se apoiaram mutuamente após o ataque — Foto: BBC

“Eu estava com medo de ir ao tribunal, acordei e fiz uma oração”, diz ela.

Mas, ao chegar lá, descobriu que o tribunal estava repleto de pessoas que a apoiavam.

“Havia gente de toda a África do Sul. Eu agradeci àquelas pessoas, porque o fato de o tribunal estar cheio significava que elas me apoiavam. Elas realmente me deram esperança.”

Nokubonga foi então chamada para se apresentar diante do juiz.

“Me disseram que as acusações foram retiradas”, relembra.

“Eu fiquei lá parada, mas estava animada, estava feliz. Naquele momento, eu soube que o sistema judiciário era capaz de separar o certo do errado, que eles eram capazes de dizer que eu não tinha a intenção de tirar a vida de alguém.”

Buhle Tonise lembra o impacto que a decisão do juiz teve sobre Siphokazi também.

“Depois que o caso foi arquivado, ela ligou para a filha. Pela primeira vez, ouvi a filha rindo. Acho que foi quando ela [Siphokazi] também disse que queria ver os caras indo para a cadeia.”

Elas tiveram que esperar mais de um ano para isso acontecer, mas em dezembro de 2018 os outros dois suspeitos – Xolisa Siyeka, de 30 anos, e Mncedisi Vuba, de 25 anos -, membros do mesmo clã de Nokubonga e Siphokazi, foram condenados a 30 anos de prisão cada.

“Fiquei feliz”, diz Siphokazi, agora com 27 anos.

“Me senti mais segura, mas uma parte de mim dizia que eles mereciam prisão perpétua.”

Isso é o máximo de raiva que Siphokazi consegue demonstrar contra seus agressores.

‘Me senti mais segura, mas uma parte de mim dizia que eles mereciam prisão perpétua’, diz Siphokazi sobre a condenação dos estupradores — Foto: BBC

Quando o caso foi encerrado, ela decidiu abrir mão do anonimato para encorajar outras vítimas de estupro.

“Eu diria a essas pessoas que há vida mesmo depois de um ataque como esse, que você ainda pode voltar para a sociedade. Você ainda pode viver sua vida”, afirma.

Nokubonga também demonstra uma surpreendente falta de raiva para alguém que foi comparada a uma leoa.

Na verdade, ela espera que os estupradores de sua filha consigam algo positivo no futuro.

“Espero que, quando terminarem de cumprir a pena, voltem transformados”, diz ela, “para contar esta história e ser um exemplo vivo”.

Vídeo: policial reage e dispara contra bando de criminosos

 

Câmeras de segurança flagraram um policial civil reagindo a uma tentativa de assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na manhã deste sábado. O crime teria acontecido na Rua da Jacutinga, no bairro da Santa Clara. O local fica próximo a um retorno da Rodovia Presidente Dutra.

Em um vídeo com as imagens das câmeras de segurança na rua, o Chevrolet Onix prata com os quatro criminosos aparece fechando a passagem de um Toyota Corolla e, em seguida, os criminosos saem do veículo para enquadrar o carro. Nesse momento, o policial civil começa a disparar contra a quadrilha, que foge atirando.

A imagem também mostra o grupo fugindo e o carro do policial saindo da cena do crime com marcas de disparos. Segundo a Polícia Civil, o caso foi registrado em uma delegacia da Baixada Fluminense e será investigado.

Cão tenta espantar bandido e acaba esfaqueado no pescoço

Um cão foi esfaqueado durante uma tentativa de roubo ao Fórum de Praia Grande, no litoral de São Paulo. A Guarda Civil Municipal foi acionada e, ao chegar ao local, encontrou o homem deitado no chão, já rendido pela vigilante do fórum. O animal foi socorrido e passa bem. As informações foram obtidas pelo G1 na manhã desta segunda-feira (1º).

Segundo a guarda civil, o homem pulou o muro e os dois cachorros que vivem no local correram em sua direção. Um deles foi esfaqueado no pescoço. O homem foi conduzido à Delegacia Sede do Município, ficando à disposição da Justiça. Ele responderá por roubo e dano.

‘Injustiça’

O drama do Scooby, como é conhecido o cão, começou na última sexta-feira (29), após determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele e a Tigresa, cadela que também vive no fórum, não poderão mais viver no local.

Em entrevista ao G1, um dos funcionários do fórum, que preferiu não se identificar, disse que a decisão chocou a todos. “Eles estão lá há aproximadamente quatro anos. Foi construída guarita, canil, tudo pelos próprios funcionários. Agora vão ter que sair. É uma injustiça, justamente agora que um deles foi esfaqueado”, conta.

Segundo a decisão judicial, eles só poderão ficar no local até a próxima sexta-feira (5). Preocupado, o funcionário pede que o tribunal aumente o prazo de permanência dos animais para que o futuro lar possa ser adaptado para recebê-los. “Eles estão lá há tanto tempo e agora têm que sair. A gente pede que eles possam ficar mais tempo até que o outro local seja arrumado”.

Jovem é empurrada por ‘amiga’ de ponte com quase 20 metros de altura

Um vídeo filmado por um grupo de amigos flagrou o momento em que Taylor Smith, de 18 anos, aparece empurrando a amiga Jordan Holgerson, de 16, de uma altura de 18 metros, o que é equivalente a um prédio de 6 andares. O incidente ocorreu no parque ambiental situado em Yacolt, próximo de Portland, em Oregon, nos EUA.

Com a queda, Jordan teve seis costelas quebradas, perfuração em um pulmão, escoriaçoes sobre o esôfago e ferimentos na traqueia. Além disso, a menina ainda apresentou um quadro de pneumotórax.

Taylor se defende dizendo que é inocente e afirma que a amiga tinha pedido para ser empurrada. “Ela queria pular, mas estava com medo. Então ela me pediu que a empurrasse. Não pensei nas consequências. Eu só queria encorajá-la”, finalizou a jovem.

A versão de Taylor é negada por Jordan, que diz que inicialmente queria pular, mas acabou ficando com medo ao perceber a altura da queda. Porém, como o vídeo mostra, Taylor empurra a amiga contra a sua vontade.

“Ela estava fazendo contagem regressiva. Eu disse que não estava pronta, e, de repente, ela me empurrou”, disse Jordan.

Ela ainda tentou visitar a amiga no hospital, mas acabou sendo barrada. A jovem chegou a dizer que pediu desculpas “diversas vezes”. Com o ocorrido, a amizade das duas foi completamente abalada e, ultimamente, elas não mantém mais nenhum contato.

Homem encontra filho sendo estuprado e espanca criminoso

Pai não será punido, já que estava apenas defendendo uma criança

Um homem de 35 anos espancou um jovem de 18, após flagrá-lo tentando estuprar seu filho. Jason Browning ficou indignado ao se deparar com a cena e, sem pensar duas vezes, partiu para cima do criminoso e o espancou até que o estuprador ficasse inconsciente. O pai admitiu que só parou de agredi-lo quando seu filho se jogou na frente e impediu que ele o matasse.

De acordo com informações do Daily Mail, o pai informou em depoimento que havia saído de casa durante a madrugada para comprar comida e, quando voltou, ouviu um barulho estranho no quarto do filho de 11 anos. Ele foi até o local, abriu a porta e encontrou um homem identificado como Raymond Frolander estuprando o adolescente.

Segundo depoimento à polícia, o adolescente explicou que estava brincando de videogames com alguns amigos e, quando todos foram embora, Frolander o arrastou até o quarto e puxou suas calças. Ele revelou ainda que o jovem de 18 anos comete abusos sexuais contra ele há três anos.

Ao flagrar a cena, o pai esmurrou o estuprador até que ele perdesse a consciência. Ele chegou a ir na cozinha da casa para pegar uma faca. “Eu ia matá-lo”, admitiu. Apavorado e com medo de que o pai acabasse matando o criminoso, o filho pediu que ele parasse. “Meu filho entrou na minha frente e me fez parar. Meu filho salvou a vida dele. Então, quem é realmente o herói nesta situação?”, questionou.

Mais calmo, Browning ligou para a polícia e relatou o ocorrido. “Eu acabei de encontrar um homem adulto molestando meu filho. Ele está aqui em uma poça de sangue agora para você, policial”, disse.

“Ele está inconsciente?”, perguntou o policial. “Sim… eu bati muito forte, senhor. Ele se levantou quando cheguei e suas calças estavam abaixo do tornozelo e nada mais precisa ser dito. Eu fiz tudo o que eu tenho o direito de fazer, mas eu não o matei”, contou o pai.

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